Então o Senhor disse a Abrão: "Saia da sua terra, do
meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe
mostrarei. "Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso
o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem, e
amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra
serão abençoados". (Gênesis 12:1-3)
Você percebeu que os governos Lula e Dilma sempre foram
contrários à nação de Israel?
Na gestão Dilma, ela se negou a reconhecer oficialmente o
embaixador de Israel no Brasil indicado pelo premiê Binyamin Netanyahu para o
cargo, Dany Dayan. Por qual motivo? Simplesmente por questões ideológicas, ou
seja, por não concordar com a chamada “ocupação” de territórios palestinos
pelos 500 mil judeus que moram na Cisjordânia. O embaixador indicado por Israel
foi o homem que comandou o Conselho Yesha, que representa essa população judia.
Dilma tinha até o direito de não concordar com a ocupação; mas entre isso e não
respeitar o direito de um país de indicar quem ele acha mais adequado para o
cargo, no mínimo é estranho.
Estranho não reconhecer o embaixador israelense pelos
motivos acima, e ao mesmo tempo escancarar as portas para o embaixador do
Sudão, cuja nação é responsável pelo assassinato de mais de 400 mil cristãos,
pelas milícias muçulmanas a serviço do governo. Mais de 2 milhões de sudaneses
tiveram de deixar suas casas. Na gestão petista, o Brasil sempre foi contrário
a todas as propostas na ONU que pediam sanções ao Sudão. Mas, infelizmente,
contra Israel o Brasil sempre marcou presença. (fonte:
<https://veja.abril.com.br/…/governos-petistas-sao-de-tal-s…/>)
Nessa linha de raciocínio, vejamos o amor de Lula pelos
amigos antissemitas (os que nutrem ódio por Israel). Alguns deles já morreram
ou não ocupam mais o poder (importante, porque a citação que farei abaixo
corresponde a um artigo publicado em 2010). Enquanto vivos ou no poder, Lula os
visitou e os recebeu, estabelecendo amizade e alianças políticas. A citação de
fonte segue ao final da lista:
“Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, presidente de Guiné
Equatorial. Para a ONG Human Rights Watch, o presidente é um dos líderes mais
corruptos e violentos do mundo.
Alexander Lukashenko, presidente de Belarus. Lukashenko, no
poder desde 1994, faz declarações antissemitas e é conhecido como "o
último ditador da Europa".
Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã. Ahmadinejad é ícone
da vertente linha-dura da revolução islâmica que controla o país desde 1979.
Ele é conhecido por afirmar que o Holocausto nunca existiu e pedir que Israel
seja varrido do mapa.
Presidente do Uzbequistão, Islam Karimov. Karimov, que está
no poder desde 1989, governa seu país com auxílio de uma polícia temida e
odiada pela população por sua brutalidade e corrupção. O Conselho de Direitos
Humanos da ONU acusa o governo do ditador de praticar tortura, aceitar o
trabalho infantil e perseguir jornalistas e muçulmanos.
Presidente da Líbia, coronel Muamar Kadafi. Acusado de
apoiar o terrorismo, Kadafi chefia há 41 anos um dos governos mais corruptos do
mundo, segundo a ONG Transparência Internacional. Neste ano, expulsou da Líbia
a organização da ONU que prestava socorro humanitário a milhares de refugiados
e pessoas que solicitavam asilo no país.
Presidente da República de Camarões, Paul Biya. Biya está no
cargo há 28 anos e governa um país que sofre com eleições fraudulentas,
inflação e corrupção. Nas férias, costuma viajar para o sul da França, onde
gasta mais de 40 mil euros por dia.
Presidente do Gabão, Omar Bongo Ondimba. Bongo governou o
país rico em petróleo por 42 anos, até sua morte, no ano passado. Muito
dinheiro e violência o mantiveram por tanto tempo no comando do Gabão. Com o
lucro do petróleo, ele financiava políticos e mandava matar opositores.
Presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Chávez age há 11 anos
como dono da Venezuela. Ele já mudou o nome do país, não divulga dados oficiais
sobre violência, persegue opositores, controla os meios de comunicação e
estatiza empresas e bancos.
Fidel Castro. Com o ditador, Cuba viveu e vive o
empobrecimento e o isolamento em relação ao resto do mundo.”
(fonte: citação literal
<https://veja.abril.com.br/galeria-fotos/lula-e-os-ditadores/> publicado
em 7 Jul 2010)
O discernimento do premiê Binyamin Netanyahu, quanto a uma
das posturas de Dilma Rousseff em se posicionar contra Israel, revela o que o
texto bíblico de Gênesis, citado acima, quer nos advertir:
“O comportamento do Brasil ilustra por que esse gigante
econômico permanece politicamente irrelevante”
Eu queria parar de falar de política e abraçar a postura
“paz e amor”, mas não dá!
Ao querido amigo que pretende votar em partidos de esquerda
(o que é um direito que lhe assiste), veja de que lado você quer estar!
(Dedico este texto ao meu querido cunhado, irmão e amigo,
Bispo Isac de Souza)
Amando a nação de Israel de todo o coração!
Wilson Maia

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